quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Conheça a EBI do Templo de Salomão

Conheça a EBI do Templo de Salomão

Confira mais sobre o espaço preparado especialmente para receber as crianças que comparecem diariamente ao Templo

Neste jornal já falamos muitas coisas a respeito do Templo de Salomão, localizado em São Paulo. Mas tenho a sensação de que estávamos devendo esta matéria para você, leitor. Por isso, fomos à Escola Bíblica Infanto-Juvenil (EBI), local onde você pode deixar seu filho, neto, sobrinho ou amiguinho de 0 a 11 anos enquanto assiste tranquilamente à reunião. Lá ele também receberá uma palavra de fé e cuidados básicos planejados de acordo com sua idade. Conheça as curiosidades e histórias envolventes a seguir.

A estrutura






A EBI do Templo é um espaço para 1.200 crianças, de 0 a 11 anos. Ao todo, são cinco andares, com 42 salas, além de espaços destinados às coordenadoras e educadoras voluntárias, carinhosamente chamadas pelas crianças de “tias”.
Cada andar conta com um diferencial, com brinquedos e itens lúdicos indicados para cada faixa etária. No primeiro andar, por exemplo, ficam as crianças de 0 a 2 anos. Ali elas têm à disposição brinquedos e livros infantis apropriados ao entendimento delas, entre outros.
Além disso, os bebês que se alimentam de leite materno recebem um cuidado especial. As mães podem optar por deixá-los na sala com a educadora responsável enquanto acompanha a reunião ou, se desejar, pode ficar por lá mesmo – isso porque elas contam com transmissão simultânea e podem acompanhar a reunião em tempo real.
Os outros andares também estão divididos por idade. No segundo ficam as crianças de 3 e 4 anos; no terceiro as de 5 e 6 anos; no quarto as de 7 e 8 anos; e no sétimo as de 9 e 10 anos.
Segurança dos pequenos
Para poder deixar a criança na EBI, alguns cuidados são necessários. Na porta de cada andar, os pais ou responsáveis devem apresentar seu documento de identificação ou a carteirinha da EBI – que eles podem fazer gratuitamente em qualquer Universal. Esses dados são utilizados para realizar um cadastro. A seguir, cada criança recebe um jaleco com um número de identificação e a pessoa que a deixou fica com um crachá com o mesmo número. Somente o portador do crachá e do documento com o qual a criança ficou registrada poderá retirá-la na saída.
Outro diferencial são os pagers luminosos. Como no santurário não é posspivel entrar com celulares, o aparelho é deixado com os pais, para que eles sejam notificados a se dirigir à EBI, caso a criança precise de algum cuidado específico. Eles são dados para as mães que amamentam ou aos pais que sinalizarem questões de saúde.
A diferença de idiomas também não é um problema. Dentre as mais de 600 educadoras levitas muitas podem se comunicar em inglês, espanhol, japonês, entre outras línguas.
Mais do que passar tempo com as crianças






Entre as voluntárias temos Aline Marks (foto ao lado), de 30 anos. Ela cresceu na EBI e dessa vivência surgiu o desejo de ajudar. Foi educadora quando o Brás era um antigo cinema transformado em igreja, posteriormente quando virou catedral e hoje é educadora levita. “O Templo nos dá a possibilidade de alcançar crianças diversas, que talvez não chegariam à Universal se não fosse para conhecê-lo”, revela.
Historiadora e especialista em psicopedagogia, ela conta que desde o início da construção do Templo, em 2010, sua curiosidade a levou a conhecer os detalhes e desenvolver um projeto que se expandiu para a EBI. “Eu aprendi coisas que não sabia. E, assim como aconteceu comigo, o projeto possibilitou às crianças e educadoras compreenderem mais sobre a história do povo judeu e cristão e a respeito do Templo, o que é importante para a formação espiritual delas”, argumenta.
Ela foi da EBI






Conversamos também com a atual coordenadora nacional da EBI, Luciene Barbosa, de 43 anos, que nos explica que um dos diferenciais da “escolinha” do Templo é justamente a atenção dada às crianças. “Temos mais tempo e mais educadoras. Dessa forma, podemos fazer um trabalho mais profundo para que aprendam a valorizar a Deus e entendam a importância da fidelidade. Muitos pensam que crianças não têm problemas, mas a verdade é que muitas vivem conflitos.”
E Luciene tem propriedade para falar da EBI. Afinal, ela própria é resultado do trabalho da EBI, além de ser mãe do pastor auxiliar Gabriel Jeferson, de 19 anos, que também frequentava as “aulinhas”. “Cheguei aos 10 anos, na igreja de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro. Fui para acompanhar minha irmã. A igreja estava lotada e uma obreira veio nos perguntar se queríamos ficar no “grupo mirim” – como chamavam a EBI.
Luciene conheceu seu esposo, o pastor Eduardo Barbosa, quando ainda eram crianças. Após alguns anos, eles se reencontraram e se casaram.
Ela ainda revela quais são suas expectativas para a futura geração de crianças que crescerão no Templo de Salomão: “Que surjam homens e mulheres de Deus, pessoas de caráter, porque sabemos que o que aprendemos na infância é como raiz. As pessoas podem não ver nada, mas a raiz está sendo formada e vai ser visível com os frutos formados. Espero que o que elas aprenderem na EBI fique em suas vidas para sempre”, conclui.





Voluntários da UNIVERSAL estiveram presentes neste último domingo, na Fundação Casa de FERRAZ DE VASCONCELOS, realizando um evento, com várias atividades para os internos, seus familiares e funcionários. A IURD ela atua junto com a Fundação Casa, com um projeto que visa libertar os jovens das drogas usando uma fé sobrenatural. Com este projeto muitos adolescentes já aceitaram ao Senhor Jesus se batizaram nas águas e no Espírito Santo. Os funcionários da Fundação Casa comentam que há uma diferença entre aqueles que participam dos cultos realizados dentro de cada unidade.


Para dar início ao evento, o Pastor Geraldo Vilhena Coordenador de Evangelização, nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, fez uma oração pedindo a proteção de Deus por todos os presentes. e deu uma palavra de salvação sobre a importância do novo nascimento, que somente a ajuda de Deus que eles irão reconstruir suas vidas.


Na sequência esteve presente os palestrantes do Dose Mais Forte Robson de Freitas, Amauri e Jeidson. Amauri e Jeidson o qual deu seu testemunho,  falou que entrou no mundo das drogas, era traficante e com a ajuda do poder de Deus pode mudar de vida. Robson : a minha vinda aqui hoje não é julgar ninguém,e nem humilhar ninguém, a minha vinda aqui hoje e para tirar suas dúvidas em relação as drogas, eu tive um parceiro que não conseguiu pagar as drogas e o traficante foi e matou o seu irmão, disse ele. entre os relatos sobre as dividas com as drogas e os traficante, não pode matá-lo e tirou a vida do seu irmão. falou de sua mãe que quando os policiais entraram para matá-lo em sua residência sua mãe entrou na frente e o defendeu. Os adolescentes puderam tirar suas dúvidas em um debate sobre as drogas com perguntas e respostas.
Adolescente pergunta: Quais os tipos de drogas que você usava Robson?
Robson responde: todos os tipos de drogas quanto mais usava mais queria usar e provar coisas novas. Adolescente pergunta: Você já foi preso? Robson responde: duas vezes.Nelson pergunta: O que você fez para se libertar das drogas, Robson responde tive que perder um dos membros do meu corpo para aceitar ao Senhor Jesus, Pois a bíblia fala que aquele que não vem pelo amor, vem pela dor, e chorando falou que teve que chegar a está situação para chegar a DEUS , não deixe isso acontecer com você isso acabou com meu sonho que era ser jogador de futebol, e quantos de vocês tem um sonho. Após um longo debate de perguntas e respostas, ele pediu a ajuda de seis adolescente para puxar uma de suas pernas, e para surpresa de todos o que saiu foi uma prótese que por causa de um acidente de moto após cheirar vários papelotes de cocaína pegou sua moto e saiu em alta velocidade, e sofreu o acidente.

Robson de Freitas mostra para todos os presentes a parte do seu corpo que perdeu


Robson, Amauri e Jeidson fazem uma oração para libertar os Jovens do mundo do tráfego das drogas.


Dando seguimento ao evento A CIA TEATRAL FORÇA JOVEM BRASIL apresentou um linda peça de teatro que conta a história de um pessoa que se transforma em um palhaço, que tinha tudo e ao mesmo tempo não tinha nada, pois não tinha o principal, que é a presença de Jesus,


e a animação ficou por conta da cantora Kaline dos Santos que fez com que todos dançassem, e a festa ficou ainda melhor, pois foi servido muito bolo e refrigerantes para os adolescentes.



Para finalizar o voluntário Mauro que faz reunião as Quinta Feira fez a oração final abençoando os jovens internos e funcionários da casa.


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