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sábado, 14 de fevereiro de 2015

A complexada.

Antes


Eu era complexada, me sentia rejeitada.
A partir dos 13 anos comecei a fumar cigarro, beber e sair para "festinhas", nas quais eu bebia tanto que nem me lembrava de como chegava em casa.
Tive depressão profunda, tomava medicamentos tarja preta para dormir e mesmo assim não dormia. Tinha ataque de pânico, insônia, dores no corpo, dor no estômago, ouvia vozes e via vultos. Além disso, tive bulimia e anorexia, malhava 4 horas por dia, pois eu só me preocupava com o meu corpo, com a aparência. Queria ser a “poderosa”, queria chamar atenção de todos, me vestia de forma vulgar, com decotes e roupas curtas. Eu era infeliz.
O meu interior era vazio, me sentia angustiada, tive vários relacionamentos fracassados e me envolvi com muitos homens; me sentia usada. Eu era triste, me sentia inferior e por isso pensei várias vezes em me suicidar, pois eu pensava que não tinha valor. Gostava muito de baladas. O meu prazer era viver o que o mundo oferecia, sem falar que eu mentia muito, era insegura e gostava de coisas ligadas ao espiritismo. Cheguei a colocar cartas. Com tudo isso, ainda havia as drogas: fumava maconha, usava cocaína, ecstasy e tantas outras drogas que cheguei a vendê-las para poder sustentar o meu vício.
Tinha prazer em sentir dor no meu corpo. Comecei aos 14 anos a fazer tatuagem, num total de nove tatuagens, e também colocava piercings, pois queria sentir dor. Quando ficava nervosa, eu chegava a me bater sozinha, pois a dor era um prazer.
Vivendo no inferno, com o meu casamento também destruído, em novembro de 2010 a história da minha vida começou a mudar. Conheci o trabalho da Universal, fui recebida pelo coordenador do Força Jovem aqui na Suíça, que me ajudou no meu processo de libertação.
 Ele acreditou em mim e não deixou de me ajudar em nenhum momento. 
Depois de quatro meses, recebi o Espírito Santo e meu interior foi totalmente transformado.
depois


Não tenho mais nenhum vício, me libertei dos complexos, angústia, tristeza e desejo de suicídio. Fui livre de tudo e o meu casamento também foi restaurado.
Hoje eu amo e sou amada, e o mais importante é a minha Salvação, a presença de Deus em minha vida! Hoje sou feliz e realizada.
Elisangela – Força Jovem - Suíça






































 Voluntárias visitam unidades da Fundação CasaAgência Unipress/SPSÃO PAULO – Recentemente, voluntárias que fazem parte da Associação das Mulheres Cristãs (AMC), instituição sem fins lucrativos ligada à Igreja Universal do Reino de Deus, visitaram duas unidades da Fundação Casa (Piratininga e Brás), em São Paulo, e, na oportunidade, recepcionaram os familiares dos internos com um delicioso café da manhã especial. À medida que chegavam para visitar os parentes, deparavam-se com uma mesa repleta de frutas, sucos e outras guloseimas, tudo preparado especialmente para eles. Segundo o pastor Geraldo Vilhena – responsável pelo trabalho evangelístico nas unidades da Fundação Casa em todo o estado de São Paulo –, presente no evento, juntamente com alguns obreiros da UNIVERSAL, o gesto tem por objetivo colaborar com o bem-estar dessas pessoas. “Em alguns casos, elas passam horas viajando, sem comer absolutamente nada; foi pensando nelas que organizamos essa recepção”, argumentou o pastor, destacando também que, além do café, todos receberam uma oração especial, bem como uma palavra de fé e ânimo.
















































































































































quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Ele diz que matava por raiva

Ele diz que matava por raiva

Tiago Rocha, réu confesso de 29 assassinatos, alegou ter sofrido abusos na infância








Reservado, introvertido e discreto. O vigilante Tiago Henrique Gomes da Rocha, de 26 anos, foi descrito dessa forma pelos colegas de trabalho. No entanto, como afirmou Freud, “todo homem é um abismo” e por trás da aparência tranquila se escondia um homem traumatizado, com raiva e um enorme desejo de matar. A estudante Ana Lídia Gomes, de 14 anos, baleada por ele em um ponto de ônibus no dia 5 de agosto deste ano teria sido a 29ª e última vítima do vigilante. Inicialmente, ele havia assumido a autoria de 39 assassinatos, mas depois voltou atrás e assumiu 29. Todos os crimes, ocorridos a partir de 2011, envolviam homossexuais, moradores de rua e, principalmente, belas jovens (Fotos abaixo).
Tiago foi preso no último dia 14, após uma força-tarefa da Polícia Civil de Goiânia composta de 150 homens conseguir capturá-lo. De acordo com os delegados que o interrogaram, ele confessou os crimes e deu detalhes de cada um ao ouvir o nome da vítima. Na prisão, alegou ter feito isso porque foi vítima de assédio sexual e bullying na infância e disse que precisa de ajuda psiquiátrica para tratar o que ele definiu como um profundo “sentimento de raiva”. Os delegados ainda afirmaram que o vigilante assistia à repercussão dos crimes na televisão para anotar o nome das vítimas e conferir se elas de fato morreram. Ele ainda declarou que continua sentindo vontade de matar e perguntou aos agentes penitenciários se, caso matasse um dos presos, responderia criminalmente por isso.
Em entrevista exclusiva à Folha Universal, o psicólogo forense Leonardo Faria, responsável por traçar o perfil psicológico de Tiago e que tem vasta experiência em outros casos de grande repercussão na mídia – como o da menina Lucélia Santos, torturada pela patroa em 2009, e de Aparecido Souza Alves, réu confesso do assassinato de sete pessoas e morto em acidente de helicóptero em 2012 –, disse que ainda é cedo para chegar a um diagnóstico sobre Tiago, mas que algumas características já podem ser observadas. “Temos que analisar primeiramente se ele tinha capacidade de entender o que fez. É um trabalho minucioso e que será feito em inúmeros encontros com ele”, revela.






Para o psiquiatra Marcelo Feijo Mello, da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a violência que Tiago sofreu na infância pode estar relacionada aos crimes que cometeu. “Um psicólogo chamado Tremblay acompanhou milhares de crianças até a idade adulta e descobriu que aquelas que sofreram abusos ou já apresentavam algum comportamento agressivo tinham até sete vezes mais chances de ter problemas criminais quando adultos”, disse ele, que ainda ressaltou que “muitos fatores além do trauma de infância estão associados ao comportamento de raiva, como transtornos de personalidade específicos”.
Conforme explica o psicólogo forense, muitos acusados de homicídio também alegam ter sido vítimas de algum trauma na infância. “Se pegarmos a literatura policial veremos muitos casos em que o acusado diz que sofreu abuso sexual na infância. Acredito que isso pode sim estimular o comportamento agressivo no futuro, mas não é determinante. A criança que sofreu maus-tratos pode vir a se tornar o homem que maltrata a mulher, um estuprador e até um assassino. No caso do Tiago, temos que analisar se ele é do tipo que inventa histórias ou se é coerente nos argumentos”. Ele ainda acrescenta que a raiva é geralmente uma reação. “Uma reação a quê? A algo que o sujeito julga indigno, pode até ser ele próprio, se ele se sente indigno de um grupo na sociedade, por exemplo.”
O fato de Tiago ser réu confesso pode ou não enquadrá-lo na definição de assassino em série, termo mais conhecido em inglês na literatura policial como serial killer. “Tem uns que confessam e outros não. O fato de confessar os crimes pode expressar uma autoafirmação. Ele ganha atenção da sociedade e da mídia. Serial killers são muito egocêntricos e gostam de poder, mesmo que seja um poder associado a algo negativo, mas ainda não podemos afirmar que é o caso do Tiago”, esclarece.






A frase do intertítulo da próxima página foi slogan na campanha política do advogado e vereador Ari Friendebach (PROS), cuja filha Liana, de 16 anos, foi brutalmente violentada e assassinada enquanto acampava com o namorado, Felipe Caffé, de 19 anos. O caso chocou o País em 2003 e reacendeu o debate sobre a redução da maioridade penal, já que um dos envolvidos no crime do casal era menor de idade. No entanto, apesar da dor e do trauma de ter perdido a filha em um episódio tão violento, o advogado explica que preferiu transformar sua dor em ação positiva para mudar as leis. “No meu caso, procurei debater o assunto correlato à morte dela para que outros pais não vivam o mesmo. A discussão sobre a redução da maioridade penal virou um tema de debate político público”, ressalta.
Mesmo tomado pela dor, o advogado explica que precisou encontrar forças para lutar. “Aprendi a conviver com essa tragédia, senão eu seria mais um morto. Participar de um debate político ou ser voluntário em uma ONG são caminhos que ajudam a pessoa a se reerguer. Você se torna necessário para a sociedade e isso ajuda a não se deprimir”. Além disso, ele explica que o ódio que sentiu foi fundamental na sua luta política. “O ódio foi meu combustível. Você pode canalizá-lo de várias maneiras: se transformar em um matador em busca de vingança, se deprimir ou fazer algo positivo. Acho que optei pelo melhor caminho: tentar fazer uma sociedade melhor”, diz.






E existe volta para aqueles que decidem pelo pior caminho, mas depois percebem o erro? Isso aconteceu com o comerciante autônomo Edimario Leite de Santana, de 50 anos, que cometeu dois homicídios. “Na hora de matar, a pessoa fica dominada por um ódio, não é uma situação normal. Quando uma criança nasce quem é que diz que ela vai virar um estuprador, um ladrão? O problema só pode ser espiritual”, conta ele, que depois de quase dez anos preso em regime fechado admite ter se arrependido do que fez. “O primeiro eu ajudei a matar, arrumei a arma para uma amiga e espanquei o cara antes. Eu nem o conhecia”, relembra.
O segundo crime foi cometido no mundo do tráfico. “A pessoa que eu matei falou que me mataria e havia assassinado um amigo meu. Fui até a boca de fumo que ele ficava, o avistei e perguntei: ‘você lembra do que fez?’. Nem dei tempo para que ele respondesse. Fiz três disparos, dois na cabeça e um no peito, tinha que garantir que ele morreria, porque se sobrevivesse se vingaria depois”, conta. Preso pelos crimes que cometeu, Edimario fugiu e voltou para o submundo do tráfico. “Mas uma vizinha me convidou para ir à Universal. Foi a primeira vez que ouvi que minha vida poderia ser diferente e aquilo teve um impacto muito forte porque eu não tinha perspectiva, continuaria matando para sobreviver”, afirma.
Determinado a mudar, ele sabia que precisaria pagar pelo que fez e, por isso, foi a uma delegacia se entregar. “Eu já havia decidido dentro de mim que o segundo cara que eu matei ia morrer, eu odiava ele. Um ódio desse tamanho só pode ser curado pelo amor de Deus, que eu não conhecia na época. Quem garante que se eu não o tivesse matado, ele teria encontrado o mesmo caminho que eu?”, pondera ele, que hoje é voluntário em trabalhos dentro de presídios. “Todo tempo que estive preso eu já estava convertido e fui exemplo lá dentro. Ajudei a converter outros presos. Hoje eu digo a eles que não podemos viver com a culpa. Eu paguei na lei dos homens e tenho certeza que estou perdoado. Mas é o arrependimento sincero que só Ele conhece que nos livra da culpa”, finaliza.









Milhares de Bíblias são ofertadas pelos membros da UNIVERSAL  para os jovens internos da Fundação CASA de São Paulo.


0s obreiros(as) e membros da UNIVERSAL,reconhecendo que os maiores problemas dos jovens internos da Fundação Casa (antiga FEBEM) é espiritual fizeram doações de milhares de Bíblias para todos os internos e famílias da Fundação Casa de São Paulo. O objetivo principal é proporcionar meios para que o adolescente receba formação espiritual necessária para que haja mudanças em seu comportamento, acarretando assim, uma transformação em suas vidas e bom exercício da cidadania .



















































"Procuramos conscientizar os jovens e famílias que a verdadeira direção para nossa vida vem da Palavra de Deus quando guardamos no nosso coração e usamos com toda a nossa fé inteligente disse Pastor Geraldo Vilhena Coordenador Geral de Evangelização em Unidades da Fundação Casa de São Paulo. Agradecemos a todos os obreiros e membros pela atitude de fé de doar estas milhares de Bíblias.




"Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos".
Salmos 119,10

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Você é alguém que não tem nada a perder?

Você é alguém que não tem nada a perder?

Conheça a história de um jovem que conseguiu dominar a raiva e saiba como ele fez isso







Omar sempre se culpou porque os pais dele se separaram quando ele era muito jovem. O ainda menino sempre pensava: “Talvez seja minha culpa.” Ao assistir a autodestruição de sua família, o único ímpeto que tinha era fugir dela. “Gostaria de evitá-los e fazer tudo o que podia para ficar longe. Eu não queria estar envolvido em nada relacionado a eles.”
Em seu íntimo, Omar se perguntava como a vida dele pôde chegar àquele ponto. “Lembro-me que, aos 9 anos, eu tinha experiências estranhas à noite. Sonhos em que eu me via andando perdido pelas ruas e, de repente, aparecia na borda de um precipício. Então, alguma coisa surgia atrás de mim e tentava me empurrar.”
Omar revela que, mesmo no pesadelo, queria ter forças para combater esse mal, mas não tinha. “Eu tentava gritar por ajuda, mas minhas cordas vocais não emitiam nenhum som. O oxigênio dos meus pulmões desaparecia. Eu ficava lutando para respirar e era empurrado para o precipício. Quando estava caindo, eu acordava, suando frio e com medo.”
Ele conta que o sonho era recorrente. “Quando eu acordava, havia hematomas por todo o meu corpo, e eu não tinha ideia do que havia causado aquilo. Ficava petrificado. Não sabia o que estava acontecendo e não podia controlar aquela situação.”
Na escola, ele ainda era vítima de bullying. “As pessoas constantemente me provocavam e tiravam sarro de mim. Eu não conseguia me concentrar e minha autoestima despencou.” O jovem pensou que trocar de colégio fosse uma solução, um novo começo, mas não foi. “A intimidação apenas mudou de endereço. Eu diria que o pior período da minha vida foi a transição da infância para a adolescência.”
A dor da culpa pela forma como a família dele era cresceu, e os pesadelos tinham se tornado incontroláveis ​​demais para o menino. “Com 11 anos, pensamentos suicidas atormentavam minha mente constantemente. Cansado, eu cortava meus pulsos. Sentia um prazer temporário nesse ato, mas o pensamento de ter que acordar na manhã seguinte para enfrentar mais um dia era insuportável.” Para piorar, ele não tinha ninguém com quem pudesse compartilhar o que estava acontecendo. Temia que pensassem que estava em busca de atenção ou que era louco.






Sexo, drogas e brigas  
Omar procurou consolo em outras coisas. “Comecei a sair com más companhias e a fazer as coisas que eu sabia que não eram certas, mas eu não me importei. Perdi minha virgindade aos 13 anos e entrei em vários relacionamentos sem sentido. Manipulei meninas, apenas por diversão e prazer e me senti satisfeito em vê-las sofrer, ‘quebrando’ seus corações. Isso me deu confiança.”
Com o tempo, o jovem se envolveu em brigas sucessivas. “Eu sei que parece loucura, mas eu adorei a sensação da adrenalina pelo meu corpo a cada soco e pontapé que eu dava. Eu enxergava tudo vermelho. Parecia que não estava no controle do meu corpo.  Eu fumava e vendia maconha para conseguir dinheiro extra. A raiva que eu tinha começou a crescer a tal ponto que eu atacava aleatoriamente as pessoas nas ruas simplesmente para infligir dor.”
Porém, Um dia, Omar estava voltando para casa com um amigo quando viram alguns rapazes com quem já haviam tido problemas. “No momento seguinte, já estávamos lutando com eles. Parecia que tudo estava indo em câmera lenta. No meio da luta, meu amigo fugiu e me deixou caído. Em uma luta eu normalmente era capaz de me levantar e revidar os golpes. Mas, daquela vez, eu vi que não podia. Me encolhi e desisti. Senti-me vulnerável. Um dos caras me esfaqueou e a minha visão ficou turva.”
Naquele momento, tudo o que ele conseguia ver era a figura escura que visitava os seus sonhos todas as noites. “As coisas tinham ficado ainda piores do que estavam antes. Cheguei a um beco sem saída em minha vida. A fachada que eu usava, de tentar ser um homem, foi se desgastando. Eu sabia que precisava de uma solução, mas não sabia a quem recorrer, ou de onde a ajuda poderia vir.”






Nada a perder
Algum tempo depois, Omar foi convidado por um jovem, nas ruas de Londres, Inglaterra, para conhecer o Grupo Vitória da Juventude, da Universal. “No início, eu só parei de brigar. Mas comecei a me convencer de que naquele lugar a minha vida poderia mudar se realmente fosse o que eu queria. Eu estava cansado da vida que estava levando e queria encontrar paz. Então, decidi dar uma chance. Eu não tinha nada a perder.” 
Desde o primeiro minuto em que entrou na Universal, ele percebeu que se tratava de um lugar diferente de tudo o que ele já tinha experimentado antes. “A atmosfera era suave e convidativa. As pessoas estavam sempre abertas. Era real. Por meio das mensagens, nas reuniões de jovens e nos seminários semanais, eu comecei a mudar.”







O jovem participou de uma corrente de oração para a sua libertação. “Eu queria me livrar dos pesadelos que estava tendo e das constantes explosões de raiva. Houve uma mudança significativa no meu comportamento. Eu recuperei a minha confiança e já não perdia mais o controle.”
No entanto, ainda faltava algo. “Quando a ‘Fogueira Santa’ foi anunciada e comecei a entender os seus benefícios, eu agarrei a oportunidade. Queria desenvolver um relacionamento íntimo com Deus.”
Omar apresentou seu voto no altar e sentiu como se estivesse dando sua vida antiga a Deus em troca de uma nova. “Fiz meus propósitos de fé: fazer tudo o que podia para agradar a Deus e mostrar a Ele que eu estava falando sério sobre a minha mudança.”
Hoje, aos 23 anos, o rapaz está completamente mudado e livre do passado. “Eu não sinto a necessidade de ter raiva. Minha família está unida, mesmo que meus pais não tenham reatado. Entregar a minha vida nas mãos de Deus foi a melhor decisão que já tomei. Tenho paz e alegria em abundância. Agora, da mesma forma que fui ajudado, eu auxilio outras pessoas. E é um prazer fazer isso”, conclui Omar Reid. 





Nesta peça retrata claramente a ação dos espíritos das trevas na vida das pessoas, quando ela se deixa dominar.
Pelos vícios , magoas ,cobiça, ambição. Esta pessoa fica pressa sendo dominada completamente pelo mal deixando a pessoa cega em todos os sentidos da sua vida. Mas quando ele lembra que existe JESUS CRISTO e procura força nele para ser liberto. Então JESUS CRISTO
Vem para nos curar, libertar e salvar. E pelo seu infinito amor e misericórdia nos resgatam totalmente das mãos do mal.














































Esta peça foi apresentada especialmente para as famílias dos internos da Fundação Casa de São Paulo.