sábado, 4 de janeiro de 2014

Grande surpresa receberam os internos e familiares da Jatobá UI-28 em Raposo Tavares neste sábado. A iniciativa foi dos voluntários da UNIVERSAL juntamente com o grupo A Gente da Comunidade.



Grande surpresa receberam os internos e familiares da Jatobá UI-28 em Raposo Tavares neste sábado. A iniciativa foi dos voluntários da UNIVERSAL juntamente com o grupo A Gente da Comunidade.


A abertura do evento foi um musical com a cantora Cristina Miranda e animação da voluntária do A Gente da Comunidade Marta Alves. Algo tão contagiante que os familiares e internos entraram na dança e a alegria foi geral.












A Cia Teatral Força Jovem Brasil apresentou a peça o " O Leilão de uma Alma", que relata o valor da alma, e muitas das vezes os jovens envolvidos com o colorido deste mundo não percebe que já foi pago um alto preço por suas vidas e que não é preciso viver sofrendo, basta somente procurar fazer a escolha certa.















Em seguida os palestrantes Robson, Amauri e Geidson narraram o próprio testemunho, com muita descontração e respondendo perguntas polêmicas sobre a experiência que tiveram com as drogas e o mundo do crime. Robson encontrou nesta unidade um jovem que mora no mesmo bairro em que ele passou seus dez anos de crime e que pode confirmar alguns fatos.







Familiares e internos se emocionaram no momento em que Robson mostrou o pedaço do corpo que ele havia perdido em virtude das drogas, e que seria o único a sobreviver da quadrilha que havia formado para manter o vício.Mas Robson disse que no momento que fez uma aliança com Deus tudo mudou, hoje ele tem família constiuída, casa, carro, emprego assim com também o Amauri e Geidson.










Robson fez um convite aos internos para também fazerem esta aliança e de joelhos todos fizeram um a oraçao, pedindo perdão e esquecendo o passado para começar ali uma vida nova.



Pr Geraldo Vilhena (Responsável pelo trabalho de Evangelização nas Unidades da Fundação Casa de São Paulo) fez uma oração especial a todos os internos, familiares, funcionários, colaborados do evento.



Foram distribuidos biografias do Bp Macedo, bolos e refrigerantes para todos.Queremos agradecer a Sra. Zilda e Allan Roberto (Pedagogia) e os Coordenadores de Equipe Marcelo, Vitor Hugo e Josué pela oportunidade e apoio que nos foi dado.
































E a nossa fé nos faz acreditar que estes jovens guardaram e refletiram sobre tudo o que foi dito e feito, e que os frutos virão... Deus os abençõe abundantemente.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Elas chegam antes do tempo Voluntárias da EBI com novos desafios para 2014








Domingo de manhã. Dia ensolarado. Embora razoavelmente cedo – 09h30 –, algumas salas daEducação Bíblica Infantojuvenil (EBI) já estão lotadas na Universal do Brás, zona leste da capital paulista. As crianças são recebidas com muito carinho pelas educadoras, chamadas docemente de “tias”. Com distintas idades, os pequenos demonstram no rosto a alegria de estarem ali, e querem logo que comece a “aulinha”.
Uma oração é realizada, para que Deus abençoe tudo o que for feito. Após esse momento, as crianças aguardam ansiosas pela história da semana; é momento de aprender.
“Essa é a hora de que mais gosto”, diz Thiago Souza, de 10 anos. O irmão Pedro, de 8 anos, o acompanha (os dois na foto acima, ao lado dos pais). Eles são atentos a tudo o que a educadora fala. E o que aprendem, colocam em prática. Prova disso é quando, sem gaguejar, Thiago recorda de uma experiência que teve com Deus: “Foi um livramento. Em 2010, estávamos na estrada e, numa ultrapassagem, veio uma carreta em nossa direção. Quando meu pai desviou para o acostamento, perdeu o controle do carro, que foi descendo pela ribanceira. Quando o carro finalmente parou, saímos em desespero. Nessa época, já estávamos na EBI, e acredito sim que esse livramento foi por causa da nossa fé.”
Ao término da reunião, os pais, Patrícia e Edvaldo de Souza, vão ao encontro dos filhos. Estão tranquilos, pois sabem que ali é um lugar especial para eles. “Por meio de uma linguagem apropriada, as crianças entendem a Palavra de Deus. É a mesma fé que aprendemos nas reuniões, mas voltada exclusivamente para eles. Tem as brincadeiras, as músicas adequadas, tudo para que eles possam aprender”, orgulha- se a mãe.
Patrícia e Edvaldo fazem parte dos milhares de famílias que são beneficiadas por esse trabalho realizado incansavelmente, todos dos dias, por voluntários, de Norte e Sul do País – e no mundo inteiro.
Por isso, o trabalho cresce em quantidade e qualidade, e impressiona. Eventos, reuniões para as voluntárias e projetos desempenhados fizeram de 2013 um ano marcante para a EBI, alicerce para que em 2014 outras vidas possam ser alcançadas.







Um ano revolucionário
Quem pensa que a EBI funciona apenas nas horas da reunião, engana-se. Muito menos limita- se a quatro paredes. O alimento espiritual que é oferecido às crianças do mundo inteiro antes é dado às educadoras, por meio de reuniões mensais e eventos que visam o crescimento uniforme do grupo. Além disso, as educadoras levam a Palavra de Deus, alegria e amor aos pequeninos por todos os lugares. Hospitais, comunidades carentes e até em aldeias indígenas, nada fica de fora.
Jane Garcia, coordenadora da EBI no estado de São Paulo, admite que 2013 foi um ano de desafios. “Repensamos os métodos e assuntos para que as crianças e adolescentes tivessem melhor aprendizagem. Foi um ano bem produtivo”, ressalta.
Gilda Marcial, de 54 anos, é educadora há 6, e reforça: “Foi uma revolução, em relação aos eventos, reuniões temáticas. De conteúdo espiritual foi bem proveitoso. Nós, educadoras,  pegamos o Espírito e, com isso, conseguimos passar algo mais profundo para as crianças. Pudemos alcançá-las espiritualmente.”
Educadora e mãe, Gilda tem motivos de sobra para tecer a importância da EBI: “Quando cheguei à Igreja, minhas filhas ficavam na EBI. Porém, me afastei; elas até se envolveram com o mundo lá fora, mas não foram para o lado errado, porque se lembravam da Palavra que receberam. A semente permaneceu”, recorda. “Posso dizer que, de fato, a EBI chegou antes do tempo. Como eu amo a EBI.”







As filhas, Fernanda, de 24 anos, e Fabiana Marcial, de 21 (na foto ao lado, junto com a mãe), hoje também são educadoras, como a mãe. São a prova viva da transformação que ocorre em tantos outros lares que, como o delas, foi restaurado pelo trabalho que a EBI realiza.
Fernanda recorda: “Deixei de fazer escolhas erradaspor causa do que tinha aprendido. Eu nunca me aprofundei, pois tinha consciência. Por isso, quando retornei à Universal, meu maior desejo foi estar na EBI.”
Fabiana também admira o trabalho que tanto a ajudou: “Quando não estávamos mais na presença de Deus, as educadoras não desistiram de nós, e oravam. Por isso enxergo esse trabalho como o cuidado do próprio Deus e, pelo ensinamento que tive, as orações foram atendidas.”  
Hoje, em família, Fernanda, Fabiana e Gilda têm prazer em ajudar a tantas outras pessoas. “Gosto muito desse trabalho, que é especial. Pegamos os problemas das crianças para nós, assumimos a responsabilidade espiritual. E no momento em que Deus as abençoa, está nos abençoando também – e disso não tem como duvidar”, diz Fabiana.
O sucesso desse trabalho é resultado dos esforços somados ao longo tempo, da dedicação das voluntárias que se doam por amor aos pequeninos, que os acolhem com carinho na EBI e fora dela. Que se unem para oferecer o melhor e oferecer aquilo que recebem, por meio do investimento espiritual dedicado a elas. Elas chegam antes do tempo porque o desafiam, pois miram nos objetivos pelos olhos da fé. Por isso planejam para 2014 um ano repleto de vitórias na vida das crianças, dos “tens” e das próprias voluntárias.
E não escondem o preparo e as expectativas para a EBI no Templo de Salomão, que será inaugurado este ano.
Jane Garcia revela o que está por vir: ”Estamos pesquisando e estudando os tempos bíblicos para que possamos, de maneira atrativa, oferecer ensinamentos com qualidade e Espírito aos nossos pequenos. Podem esperar para 2014 a essência pura impregnada em cada projeto, o desenvolver de uma vida especial com Deus. Algo que grandiosamente abençoará a todos.”

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Portas abertas para elas Em 2014, a Universal vai unir esforços para que mais mulheres participem de atividades de transformação








Oportunidades e novas experiências. É assim que 2014 se apresenta para mulheres que desejam recuperar a autoestima, superar a insegurança e realizar todas as metas pessoais e profissionais. No próximo ano, a Universal vai unir esforços para que mais mulheres tenham a chance de participar de palestras que já transformaram a vida de milhões de pessoas em várias partes do mundo, como foi destacado na retrospectiva das páginas B5 a B8. Tudo para que a valorização delas esteja garantida. Afinal, as conquistas femininas na sociedade, na carreira e na política precisam estar alinhadas com o sucesso na área pessoal.
A partir de janeiro, meninas entre 8 e 14 anos de idade poderão se inscrever para uma das vagas do novo Godllywood Girls, grupo que vai contar com atenção especial das integrantes do Godllywood. Após a inscrição, as candidatas mirins vão passar por entrevistas e, se aprovadas, poderão fazer as tarefas do rush, que conta com atividades para o desenvolvimento em diversas áreas, entre elas comportamento, beleza e família.
E as novidades não se limitam às mais jovens. Em julho, mulheres de todas as idades, que já estão cumprindo os desafios do Godllywood também poderão se inscrever para o rush. As portas já estão abertas para aquelas que decidiram que 2014 será diferente.
Pré-Eva
Em 2013, Deus fez uma reviravolta na Universal com esses eventos. Muitas mulheres têm sido renovadas, transformadas e avivadas por eles. Já se perguntou o por que disso? Por que Deus tem nos dado tantas oportunidades? Por que Ele tem nos valorizado tanto através desses eventos exclusivos para mulheres? Eu já. É porque Ele quer que saiamos do estado Pós-Eva.
Quando Deus criou a mulher, as únicas diferenças entre ela e o homem eram físicas e emocionais, mas em relação a Deus, os dois eram iguais, os dois eram filhos. A mulher é o lado mais emotivo da criação de Deus, mas não para ser mais fraca e sim para dar o equilíbrio ao lado razão do homem. Assim como tem de existir um equilíbrio entre a fé e o amor, também temos de ter o equilíbrio entre a razão e a emoção.
Uma pessoa que só tende para o lado razão normalmente é insensível às demais pessoas, não consegue se colocar no lugar delas e, sinceramente, normalmente é uma pessoa bem desagradável. Já uma pessoa que só tende para o lado emotivo também é uma pessoa desagradável porque é muito sensível! Qualquer coisa a faz chorar, qualquer coisa a magoa… A mulher não foi criada para ser emotiva, e sim para ser mais emotiva que o homem – só isso. Essa é a diferença emocional dos dois.







Mas o que acontece é que muitas de nós se deixam levar pelas emoções. E é aí que nos diferenciamos demais da criação original de Deus. Pois nossas emoções nos levam para longe da razão.
Ao criar a mulher, Deus não queria que ela fosse menor ou mais fraca que o homem e sim que ela desse a ele o equilíbrio. Quando Eva caiu em pecado, ela automaticamente se fez menor e mais fraca, e a humanidade perdeu o seu equilíbrio. A mulher ficou demasiadamente emotiva e o homem demasiadamente insensível. Quando conhecemos a Deus pessoalmente, isso muda totalmente. Nós nos tornamos um só com Ele e voltamos ao estado original de FILHO, que assim como os anjos, não tem diferença mais de sexo.
Somos todos iguais e temos os mesmos direitos que os homens. Não precisamos do feminismo para nos defender, Deus nos defende! Então amiga, se você tem se deixado levar pelas suas emoções, de que adianta saber tudo isso? Pra que levantar a bandeira do feminismo e cada vez se diferenciar mais da criação original de Deus? Voltemos ao estado Pré-Eva! Eu já me encontro lá e olha… é muito bom!

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Um ano para chamar de seu Palestras, eventos e lançamentos fizeram de 2013 um ano voltado à mulher








A mulher tem alcançado cada vez mais autonomia e destaque, ocupando posições e recebendo títulos cada vez mais respeitáveis. Entretanto, surgiram ‘conceitos’ cujas consequências implicaram a perda do valor próprio – prova disso é a cobrança desmedida pela magreza e o apelo por padrões de beleza inalcançáveis. Estamos falando da ‘era da intolerância’ da mulher com ela mesma.
Então, como ser um referencial feminino numa época onde elas mal compreendem seu valor? Por isso, cada evento promovido pela Universal direcionado às mulheres, no ano de 2013, foi uma resposta às questões da alma feminina.
Paletras “A mulher V”
E se 2013 foi o ano voltado para mulher, março foi o início.
“Nunca tive a direção certa de como ser uma mulher moderna à moda antiga. Eu não me dava valor mesmo sem motivos. Era levada pelas situações e deixava ‘para lá’ aquilo que me prejudicava. As palestras da ‘Mulher V’ foram como colírio para os meus olhos. Eu aprendi que eu sou forte, que tenho valor. Desde então sou feliz, realizada com quem sou, com quem estou me tornando.” – Paloma Tavares
Realizado no dia 24, no Rio de Janeiro e transmitido por videoconferência para todo o País, a palestra ‘A Mulher V, moderna à moda antiga’, retratou que a independência das circunstâncias, o investimento seguro em seu potencial e o interior inabalável, são características que evidenciam o real valor da mulher.
Aquela que conhece seu potencial dispensa comparações com outras. Com tantas experiências compartilhadas, não foi à toa que as palestrantes Cristiane Cardoso, Nubia Siqueira, Fátima Matos e Ester Bezerra contaram com um público superior à 120 mil expectadoras.
Palestra “A Mulher V 2”







No domingo 26 de maio, mulheres traziam àquela tarde de outono calorosas expectativas. Casadas, solteiras, jovens, embora distintas em necessidades e vivências, em todas havia algo em comum: ansiavam por saber, afinal, onde se encontra a força de uma mulher. Na segunda palestra de “A Mulher V” realizada em Santo Amaro (SP) e transmitida para mulheres de norte a sul do País, foi revelado que força da mulher não está em seu poder de controle, em fortunas acumuladas, na beleza exterior e realizações pessoais, mas que sua força procede de três pilares: de sua vida espiritual, de sua influência e submissão. Os aspectos apontados pelas palestrantes Cristiane Cardoso, Ester Bezerra e Marilene Silva são fundamentais, já que o segredo para qualquer transformação que a mulher deseja se torna possível quando ela conhece sua força, e sabe de onde ela vem.
Godlywood






“Hoje eu estou curada, estou bem e feliz. Vou poder sair daqui uma pessoa melhor e restituir a minha família.” Depoimento de uma das internas do Centro de Referência à Gestante Privada de Liberdade, em Minas Gerais, após a palestra de Cristiane Cardoso.
Desde a visita, as internas do Centro em Minas têm continuado a leitura do Livro “A Mulher V” quinzenalmente. Entre elas, uma história chama atenção. Uma das detentas que participou de todas as visitas do grupo, e começou a compartilhar como o livro ajudou a ter novos pensamentos e atitudes.
Ela teve a sua liberdade decretada, e, recentemente, na última visita que o grupo fez ela estava arrumando a sua mala com o seu filho para deixar o centro de recuperação. Essa história é o resultado do trabalho do Goodllywood, que em março deste ano, em comemoração ao dia das mulheres, fez uma evangelização especial, com o objetivo de levar o Verdadeiro Valor para as mulheres. Todos os Estados participaram do evento. Nas visitas as internas dos presídios tiveram uma oportunidade de conhecer a única coisa que poderia mudar suas vidas, que é a fé verdadeira em Deus. E assim, serem livres, mesmo na prisão.
Com certeza, o dia das mulheres de 2013 não só foi importante para as integrantes do Goodllywood como transformou e trouxe de volta o que estava apagado em milhares de mulheres: a fé e a esperança em dias melhores.
Raabe







“Eu cheguei ao evento do Projeto Raabe cabisbaixa e envergonhada por ter sido violentada pelo meu tio e pelo meu irmão diversas vezes, desde os 15 anos. Faz 6 meses que o último estupro aconteceu. Cheguei até a engravidar, mas perdi o bebê. Eu não posso contar para ninguém da minha família e nem denunciar, pois na comunidade onde moro, policiais são proibidos de entrar. Mas após desabafar com uma voluntária do grupo e ouvir a mensagem sobre o assunto entendi que a culpa não foi minha pelo ocorrido. Agora eu acredito que vou encontrar forças para arrumar um emprego e sair de onde moro, para não sofrer mais com esses abusos, pois posso contar com o apoio do grupo”. – E.S, de 22 anos, São Paulo.
O encontro do projeto Raabe, mencionado pela jovem abusada, aconteceu no final de novembro, em todo o Brasil e em diversos países, para celebrar o Dia Internacional de Combate à Violência Contra a Mulher.
O grupo, que existe há 2 anos atende aquelas que sofreram ou ainda sofrem agressões e abusos. O apoio é emocional, psicológico e espiritual. Além disso, existem um trabalho incessante nas Delegacias da Mulher e por meio de campanhas educativas que alertam sobre a violência. Somente neste ano, 6 mil novas mulheres. foram acolhidas pelo grupo.
Raízes







“Ao sair pelas ruas, eu achava que as pessoas me olhavam diferente; me sentia a pior pessoa do mundo. Para mim não existia autoestima, não sabia me valorizar e achava que ninguém iria. Depois do evento Raízes, marcas, mágoas, tristeza, tudo ficou para trás; foi um divisor de águas.” – Camila Silva, de 19 anos.
Realizado na tarde de 30 de junho, o evento mostrou que é possível deixar para trás um passado marcado pelo abuso. O assunto foi palco para retratar que, apesar da dor enfrentada, é possível vencer as marcas e superar a si mesma. Caso contrário, se torna protagonista de uma vida onde o passado a persegue, rege e dita o presente. A palestra também ressaltou ser possível assumir uma nova identidade e ter uma vida transformada. Ali foi revelado o segredo para que tantas mulheres, vítimas do próprio coração, vencessem as lembranças que as vinham atormentando – rompendo o próprio silêncio. Muitas depois de anos – outras pela primeira vez na vida – foram sinceras consigo mesmas. Conseguiram se perdoar e olhar para dentro de si livre dos complexos. Aprenderam a se amar.
Livros







“O livro A Mulher V é maravilhoso e me fez entender que qualquer uma de nós pode ser esta mulher virtuosa retratada nas páginas dessa obra.
Após lê-lo, passei a enxergar o meu valor diante de Deus e de todos os Seus conselhos para me tornar uma mulher admirável, que vai além da aparência.
Ainda tenho muito que aprender, porém já vi o fruto do livro na minha vida. Tenho praticado o que aprendi. Essa prática me tornou uma esposa, filha, irmã, amiga e dona de casa melhor.” – Hellen Lourenço, São Paulo
Além do livro citado por Hellen e relançado no dia Internacional da Mulher simultaneamente em diversos Estados brasileiros, a escritora Cristiane Cardoso também trouxe de volta às livrarias o “Melhor do que comprar sapatos”.
A obra foi lançada inicialmente em 2006 e voltou em edição moderna, revista e atualizada.
O livro “Casamento Blindado”, de Cristiane e Renato Cardoso, atingiu em 2013 a marca de 1 milhão de exemplares vendidos. A obra foi lançada em julho de 2012 pela Editora Thomas Nelson Brasil, mas o sucesso se estendeu e permanece até hoje, sendo bem recomendado como presente de Natal pela imprensa secular.
O casal também lançou recentemente o exemplar “120 Minutos para Blindar seu Casamento”, que oferece orientações úteis e práticas sobre diversos temas relacionados à vida conjugal. As lições do programa “Minuto do Casamento”, sucesso da Rede Record, serviram de base para essa obra.
Às vésperas do dia das mães, aconteceu o lançamento do livro “Mães em Oração”, da cantora Isis Regina, idealizadora do grupo de mesmo nome. As histórias reais de mães que fizeram o uso da fé e de filhos que tiveram a vida transformada são relatadas na obra.
Quem estava em busca de conselhos simples e eficazes para poupar e acertar as finanças encontrou no livro “Bolsa Blindada”, de Patrícia Lages, a receita certa do sucesso financeiro. Lançado em agosto, tem feito muito sucesso não só entre as mulheres.
Tabernáculo







“Quando cheguei à Festa dos Tabernáculos logo percebi algo diferente, o ambiente transmitia uma fé pura e viva, me veio uma alegria imensa e uma vontade de agradecer a Deus. O que mais me chamou a atenção foi a mensagem que falou sobre o deserto, que Deus permite que passemos por momentos difíceis para nos preparar. Naquela hora eu me vi sendo preparada, mas eu ainda não sabia por quê.” – Luciana Silva, produtora.
“Naquela mesma semana, após a festa eu passei por uma situação bem complicada, um deserto em que me vi sozinha sem poder contar com ninguém, e lembrei de cada palavra que foi dita, cada detalhe, foi o que me sustentou durante aqueles dias. Eu aprendi que a minha vida não precisa ser perfeita para que eu esteja bem, e que a minha fé não pode depender das circunstâncias”, revela a produtora Luciana Silva.
Luciana fez parte das mais de 95 mil mulheres de todo o País que participaram da Festa dos Tabernáculos. O evento aconteceu no mês de outubro e foi aberto ao público pela primeira vez – o Godllywood promove anualmente para as integrantes do grupoE o resultado da festa? Um sucesso!
Foi um dia de agradecimento, de oração, de aprendizado e, também, de oportunidade para muitas mulheres terem um primeiro encontro com Deus. Um dia marcado na memória de cada uma que esteve lá.