sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Professora assaltava em frente à escola em que dava aula

Professora assaltava em frente à escola em que dava aula

Com ajuda do namorado, ela cometeu diversos crimes. Saiba por que até a delegada se surpreendeu


No fim da tarde, um casal estaciona a motocicleta em frente à escola Everaldo Vasconcelos, em Santana, interior do Amapá. Enquanto a mulher espera com a moto ligada, pronta para a fuga, o namorado de 30 anos de idade assalta à mão armada qualquer um que esteja por ali. Ele leva dinheiro, celulares e joias.
A mulher em questão é Edna Maria Ferreira da Costa, de 39 anos, professora do ensino fundamental da escola em frente ao local. Ela foi detida em dezembro, mas, segundo a polícia, já havia participado de vários outros crimes. Todos eles nos arredores dessa e de outras escolas. 
Edna se deixou influenciar pelo companheiro e acabou passando o Natal atrás das grades. “É amor bandido”, afirmou a delegada Luiza Maia. “Realmente fiquei bastante surpresa. Durante quatro anos lidando com esse tipo de crime, nunca tinha tido uma situação como essa. Uma educadora se envolver em um crime desses”, afirmou.
Durante a formação e educação de uma criança, algumas pessoas são verdadeiros espelhos. É com elas que muitos pequenos aprendem como devem ser e agir. Um professor é um desses modelos para os que educam. Na Bíblia está escrito “ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele” (Provérbios 22:6). Os professores são responsáveis não apenas por ensinar a ler e escrever, mas ajudam também a formar o caráter e desenvolver a personalidade que as crianças levarão pela vida afora.
Exemplo e poder













Segundo pesquisas, o professor é um dos principais motivadores para a escolha profissional do indivíduo. Crianças que têm bons professores de matemática, por exemplo, desenvolvem o gosto pela matéria, aprendem com mais facilidade e escolhem profissões ligadas a essa área, como contabilidade.
O educador é exemplo dentro e fora da sala, mas o piso salarial desse profissional no Brasil é um dos piores do mundo. O País fica atrás da Turquia, de Israel, da Estônia e Islândia. Piorando a situação, apenas Acre, Ceará, Distrito Federal, Pernambuco e Tocantins cumprem a Lei do Piso integralmente.
A vida do professor não é fácil, assim como a da maioria dos brasileiros. Mas cada um de nós tem o a responsabilidade de pensar em quem nos vê como espelho antes de tomar qualquer atitude. Filhos, sobrinhos, filhos de amigos, assim como alunos, copiam nossos exemplos e os seguem. Ela não foi um bom exemplo para suas crianças. Você tem sido?






Próximo do Templo de Salomão, a UNIVERSAL ofereceu um grande almoço para as famílias dos internos da Fundação CASA.
O Grupo de voluntários da UNIVERSAL que realizam um importante projeto  dentro das unidades da Fundação CASA no estado de São Paulo,oferecem um grande almoço próximo ao Templo de Salomão para as famílias dos internos.

Neste último domingo aconteceu este evento.A primeira tecladista e cantora da UNIVERSAL Cristina Miranda   alegra  os presentes com canções alegrando a todos.


O Pastor Geraldo Vilhena (Coordenador de evangelização em unidades da Fundação CASA de São Paulo.) inicia o evento  ressaltando  que os jovens internos são  vítimas de  legiões de espíritos malignos, que os leva para as  drogas e a criminalidade em geral.Mas quando eles se  libertam destes espíritos através da fé,voltam ser pessoas idôneas para sociedade.


Como aconteceu com o palestrante  Amauri que fala de suas experiências no mundo do crime e drogas.Começou aos 11 anos de idade  no contrabando de armas e munição, depois foi gerente de boca  no trafico.Chegou a bater em seu próprio Pai ,era agressivo quando estava sob efeito das drogas.Mas sua mãe nunca  desistiu de lutar pela sua recuperação.Ela já buscava em oração e propósitos na igreja  e  DEUS  honrou sua fé , até que um dia cansado daquela vida resolveu  sair entregando todas as armas  e munição no altar da DEUS.Comenta que levou sete meses  para  se libertar totalmente da vontade das drogas.Hoje passados 19 anos que esta liberto ,e tem uma vida e família abençoada. 

Como também a Sr Ana Campos que era alcoólatra 

Nelson viciado em varias drogas

Walter também cheio de vícios

Laudilino ex- assassino 

Senhora Marcia  era  cheia de magua, orgulho

Após as palestras o pastor Geraldo Vilhena junto com os voluntários realizam oração da fé para arrancar o mal de todas as famílias .

Veja nesta foto mostra pessoas se libertando dos espíritos malignos 

Após esta  libertação foi servido delicioso almoço para famílias .Almoço este com muita variedade de pratos sobremesas,algodão doce e sorvetes , tudo preparado com muito carinho pelas voluntárias.

Algodão doce feito na hora.

Para  fechar com chave de ouro este evento ,foram doados muitos exemplares do livro A ULTIMA PEDRA onde os adolescentes e suas famílias terão acesso  a muita  informação do mal que as drogas fazem.


quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Ele diz que matava por raiva

Ele diz que matava por raiva

Tiago Rocha, réu confesso de 29 assassinatos, alegou ter sofrido abusos na infância








Reservado, introvertido e discreto. O vigilante Tiago Henrique Gomes da Rocha, de 26 anos, foi descrito dessa forma pelos colegas de trabalho. No entanto, como afirmou Freud, “todo homem é um abismo” e por trás da aparência tranquila se escondia um homem traumatizado, com raiva e um enorme desejo de matar. A estudante Ana Lídia Gomes, de 14 anos, baleada por ele em um ponto de ônibus no dia 5 de agosto deste ano teria sido a 29ª e última vítima do vigilante. Inicialmente, ele havia assumido a autoria de 39 assassinatos, mas depois voltou atrás e assumiu 29. Todos os crimes, ocorridos a partir de 2011, envolviam homossexuais, moradores de rua e, principalmente, belas jovens (Fotos abaixo).
Tiago foi preso no último dia 14, após uma força-tarefa da Polícia Civil de Goiânia composta de 150 homens conseguir capturá-lo. De acordo com os delegados que o interrogaram, ele confessou os crimes e deu detalhes de cada um ao ouvir o nome da vítima. Na prisão, alegou ter feito isso porque foi vítima de assédio sexual e bullying na infância e disse que precisa de ajuda psiquiátrica para tratar o que ele definiu como um profundo “sentimento de raiva”. Os delegados ainda afirmaram que o vigilante assistia à repercussão dos crimes na televisão para anotar o nome das vítimas e conferir se elas de fato morreram. Ele ainda declarou que continua sentindo vontade de matar e perguntou aos agentes penitenciários se, caso matasse um dos presos, responderia criminalmente por isso.
Em entrevista exclusiva à Folha Universal, o psicólogo forense Leonardo Faria, responsável por traçar o perfil psicológico de Tiago e que tem vasta experiência em outros casos de grande repercussão na mídia – como o da menina Lucélia Santos, torturada pela patroa em 2009, e de Aparecido Souza Alves, réu confesso do assassinato de sete pessoas e morto em acidente de helicóptero em 2012 –, disse que ainda é cedo para chegar a um diagnóstico sobre Tiago, mas que algumas características já podem ser observadas. “Temos que analisar primeiramente se ele tinha capacidade de entender o que fez. É um trabalho minucioso e que será feito em inúmeros encontros com ele”, revela.






Para o psiquiatra Marcelo Feijo Mello, da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a violência que Tiago sofreu na infância pode estar relacionada aos crimes que cometeu. “Um psicólogo chamado Tremblay acompanhou milhares de crianças até a idade adulta e descobriu que aquelas que sofreram abusos ou já apresentavam algum comportamento agressivo tinham até sete vezes mais chances de ter problemas criminais quando adultos”, disse ele, que ainda ressaltou que “muitos fatores além do trauma de infância estão associados ao comportamento de raiva, como transtornos de personalidade específicos”.
Conforme explica o psicólogo forense, muitos acusados de homicídio também alegam ter sido vítimas de algum trauma na infância. “Se pegarmos a literatura policial veremos muitos casos em que o acusado diz que sofreu abuso sexual na infância. Acredito que isso pode sim estimular o comportamento agressivo no futuro, mas não é determinante. A criança que sofreu maus-tratos pode vir a se tornar o homem que maltrata a mulher, um estuprador e até um assassino. No caso do Tiago, temos que analisar se ele é do tipo que inventa histórias ou se é coerente nos argumentos”. Ele ainda acrescenta que a raiva é geralmente uma reação. “Uma reação a quê? A algo que o sujeito julga indigno, pode até ser ele próprio, se ele se sente indigno de um grupo na sociedade, por exemplo.”
O fato de Tiago ser réu confesso pode ou não enquadrá-lo na definição de assassino em série, termo mais conhecido em inglês na literatura policial como serial killer. “Tem uns que confessam e outros não. O fato de confessar os crimes pode expressar uma autoafirmação. Ele ganha atenção da sociedade e da mídia. Serial killers são muito egocêntricos e gostam de poder, mesmo que seja um poder associado a algo negativo, mas ainda não podemos afirmar que é o caso do Tiago”, esclarece.






A frase do intertítulo da próxima página foi slogan na campanha política do advogado e vereador Ari Friendebach (PROS), cuja filha Liana, de 16 anos, foi brutalmente violentada e assassinada enquanto acampava com o namorado, Felipe Caffé, de 19 anos. O caso chocou o País em 2003 e reacendeu o debate sobre a redução da maioridade penal, já que um dos envolvidos no crime do casal era menor de idade. No entanto, apesar da dor e do trauma de ter perdido a filha em um episódio tão violento, o advogado explica que preferiu transformar sua dor em ação positiva para mudar as leis. “No meu caso, procurei debater o assunto correlato à morte dela para que outros pais não vivam o mesmo. A discussão sobre a redução da maioridade penal virou um tema de debate político público”, ressalta.
Mesmo tomado pela dor, o advogado explica que precisou encontrar forças para lutar. “Aprendi a conviver com essa tragédia, senão eu seria mais um morto. Participar de um debate político ou ser voluntário em uma ONG são caminhos que ajudam a pessoa a se reerguer. Você se torna necessário para a sociedade e isso ajuda a não se deprimir”. Além disso, ele explica que o ódio que sentiu foi fundamental na sua luta política. “O ódio foi meu combustível. Você pode canalizá-lo de várias maneiras: se transformar em um matador em busca de vingança, se deprimir ou fazer algo positivo. Acho que optei pelo melhor caminho: tentar fazer uma sociedade melhor”, diz.






E existe volta para aqueles que decidem pelo pior caminho, mas depois percebem o erro? Isso aconteceu com o comerciante autônomo Edimario Leite de Santana, de 50 anos, que cometeu dois homicídios. “Na hora de matar, a pessoa fica dominada por um ódio, não é uma situação normal. Quando uma criança nasce quem é que diz que ela vai virar um estuprador, um ladrão? O problema só pode ser espiritual”, conta ele, que depois de quase dez anos preso em regime fechado admite ter se arrependido do que fez. “O primeiro eu ajudei a matar, arrumei a arma para uma amiga e espanquei o cara antes. Eu nem o conhecia”, relembra.
O segundo crime foi cometido no mundo do tráfico. “A pessoa que eu matei falou que me mataria e havia assassinado um amigo meu. Fui até a boca de fumo que ele ficava, o avistei e perguntei: ‘você lembra do que fez?’. Nem dei tempo para que ele respondesse. Fiz três disparos, dois na cabeça e um no peito, tinha que garantir que ele morreria, porque se sobrevivesse se vingaria depois”, conta. Preso pelos crimes que cometeu, Edimario fugiu e voltou para o submundo do tráfico. “Mas uma vizinha me convidou para ir à Universal. Foi a primeira vez que ouvi que minha vida poderia ser diferente e aquilo teve um impacto muito forte porque eu não tinha perspectiva, continuaria matando para sobreviver”, afirma.
Determinado a mudar, ele sabia que precisaria pagar pelo que fez e, por isso, foi a uma delegacia se entregar. “Eu já havia decidido dentro de mim que o segundo cara que eu matei ia morrer, eu odiava ele. Um ódio desse tamanho só pode ser curado pelo amor de Deus, que eu não conhecia na época. Quem garante que se eu não o tivesse matado, ele teria encontrado o mesmo caminho que eu?”, pondera ele, que hoje é voluntário em trabalhos dentro de presídios. “Todo tempo que estive preso eu já estava convertido e fui exemplo lá dentro. Ajudei a converter outros presos. Hoje eu digo a eles que não podemos viver com a culpa. Eu paguei na lei dos homens e tenho certeza que estou perdoado. Mas é o arrependimento sincero que só Ele conhece que nos livra da culpa”, finaliza.









Milhares de Bíblias são ofertadas pelos membros da UNIVERSAL  para os jovens internos da Fundação CASA de São Paulo.


0s obreiros(as) e membros da UNIVERSAL,reconhecendo que os maiores problemas dos jovens internos da Fundação Casa (antiga FEBEM) é espiritual fizeram doações de milhares de Bíblias para todos os internos e famílias da Fundação Casa de São Paulo. O objetivo principal é proporcionar meios para que o adolescente receba formação espiritual necessária para que haja mudanças em seu comportamento, acarretando assim, uma transformação em suas vidas e bom exercício da cidadania .



















































"Procuramos conscientizar os jovens e famílias que a verdadeira direção para nossa vida vem da Palavra de Deus quando guardamos no nosso coração e usamos com toda a nossa fé inteligente disse Pastor Geraldo Vilhena Coordenador Geral de Evangelização em Unidades da Fundação Casa de São Paulo. Agradecemos a todos os obreiros e membros pela atitude de fé de doar estas milhares de Bíblias.




"Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos".
Salmos 119,10